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C A T Á L A G O |
Tapa na pantera na íntegra Uma autobriografia não-autorizada ![]() Maria Alice Vergueiro
![]() Autobiografia
ISBN: 9788590871804
Formato: 14 X 21 cm Páginas: 112 Ano: 2008 Peso: 150 gr Projeto gráfico: Alonso Alvarez |
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![]() IMAGENS DA CAPA: FRENTE | 4ª CAPA | ABERTA ![]() SOBRE A AUTORA ![]() |
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![]() “Quando me vejo no YouTube, me reconheço como uma atriz brechtiana.” “Por trás do filme Tapa na pantera, está a felicidade. É a risada e não o discurso.” “Eu poderia viver como uma esquizofrênica. Mas prefiro viver como uma atriz.” A atriz Maria Alice Vergueiro, 73 anos, tem quase cinco décadas de profissão. Conhecida como a diva do underground, caiu na graça do grande público através de um fenômeno moderno: o YouTube. No monólogo Tapa na pantera - um vídeo de ficção dirigido por Esmir Filho, Mariana Bastos e Rafael Gomes -, ela protagoniza uma senhora que fuma maconha "há trinta anos, todos os dias, sem pular nenhum", e não está viciada! Numa colagem de piadas antigas, conceitualmente (re)significadas. Tapa na pantera na íntegra apresenta a Grande Dama Indigna do Teatro Brasileiro, numa autobiografia não-autorizada. Não-autorizada? Por quem? SUMÁRIO: 17 A substância proibida 37 Origens da Pantera 47 Barra pesada 71 Na TV 85 A cura 99 Visões da Pantera 105 Breve biografia 109 Índice das fotos Maria Alice Vergueiro passa a limpo, através de seu olhar original sobre o mundo, sua trajetória artística e pessoal, abordando temas como drogas, sexo e política, em um livro bem-humorado. O sucesso do curta Tapa na pantera, em 2006, que teve mais de 5 milhões de acessos no YouTube, transformou Maria Alice Vergueiro numa celebridade nacional. Alvo de matérias nos principais jornais e revistas do país - entre eles O Estado de S. Paulo, Folha de S. Paulo, Jornal do Brasil, O Globo, Veja, Carta Capital e Istoé. Maria Alice conjuminou seu underground ao Youtube: afinal, muita gente queria saber quem era aquela "avozinha" sorridente que, na obra de ficção, afirmava fumar maconha durante 30 anos e não estar viciada. Dentre as diversas entrevistas que deu, comentou que a imprensa não sabia abordar ao certo o tema e o sucesso do curta (Carta Capital). Mas afinal, estamos falando da Pantera? Da Velha Dama Indigna do teatro underground? Da fundadora do consagrado grupo Teatro do Orni-torrinco? Será a persona ou a personagem? E... ela fuma ou não fuma? É da pesada mesmo ou faz um tipo? Em Tapa na pantera na íntegra: uma autobiografia não-autorizada, a premiadíssima atriz, que trabalhou com os principais diretores de teatro do Brasil, busca um diálogo direto com o leitor sobre sua trajetória. Maria Alice descende de uma tradicional família paulistana. Formada em Pedagogia, já foi casada, tem dois filhos e quatro netos. No livro, ela fala sobre o sucesso do curta Tapa na pantera, sua posição sobre drogas e sexo, velhice e morte. Maria Alice tem uma visão peculiar sobre tudo. "Ela é um ser humano diferente", como observou o grande ator Paulo Autran. ![]() |
![]() SINOPSE & ORELHAS ![]()
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![]() RESENHA Pedro Alexandre Sanches (Carta Capital) ![]()
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![]() NA MÍDIA Release da assessoria de imprensa. Leia... ![]()
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![]() Autodidata, trabalhou com consagrados diretores do teatro brasileiro, como Zé Celso Martinez Corrêa, Luís Antonio Martinez Corrêa, Cacá Rosset, Gerald Thomas, Felipe Hirsh, Rubens Rusche, Roberto Lage e Luciano Chirolli. Em 1977, fundou, com Cacá Rosset e Luiz Roberto Galízia, o grupo Teatro do Ornitorrinco. Participou de festivais de teatro pela América do Sul, Estados Unidos e Europa. Recebeu diversos prêmios como MELHOR ATRIZ, dentre eles Molière, Mambembe, APCA e Shell, por importantes trabalhos, especialmente pela peça No alvo (direção de Luciano Chirolli), no qual praticamente introduziu no país a obra do alemão Thomas Bernhard. Traduziu textos de Bertold Brecht. Dirigiu os espetáculos As preciosas ridículas, de Molière (1968), O amor de Dom Perlimplim com Belisa em seu jardim, de Federico Garcia Lorca (1992), e Quíntuplos, de Luis Rafael Sanchez (1995). Atuou em longas-metragens, como O rei da vela (1973), de Zé Celso Martinez Corrêa, Maldita coincidência (1979) e Cronicamente inviável (2000), ambos de Sérgio Bianchi, Topografia de um desnudo (2006) de Teresa Aguiar (sobre a obra homônima de Jorge Diaz), Condomínio Jaqueline (2008), de Roberto Moreira, entre outras pequenas participações em longas, além de ter trabalhado em diversos curtas (principalmente nas direções de Rafael Gomes). Na televisão, participou da novela Sassaricando (1987) e da minissérie O sistema (2007), ambas na Globo. Gravou o CD O lírio do inferno (2006), trabalho que apresenta um conjunto de obra de Brecht e seus parceiros, cantada por ela em espetáculos como O lírio do inferno, Ponha o tédio no Ó e A velha dama indigna, pela primeira vez registradas em áudio, e disponível gratuitamente no blog. Em 2005, o curta Tapa na pantera, criado por Rafael Gomes, Esmir Filho e Mariana Bastos, e protagonizado por Maria Alice, estourou no YouTube, com mais de 5 milhões de acessos.. Vídeos: ![]() ![]() ![]() Tapa na Pantera no YouTube. Veja... ![]() ![]() Maria Alice Vergueiro fala sobre o livro Tapa na Pantera na Íntegra no YouTube. Veja... Música: ![]() ![]() ![]() Tapa na Pantera (Manera, mamãe), com Os Seminovos. Ouça... ![]() |
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